PERGUNTAS

O que perguntam antes de começar.

As respostas abaixo são as mesmas que a gente dá numa conversa. Se a sua pergunta não estiver aqui, ela cabe na primeira conversa.

O que a Glitch faz?

Você chega com a ideia de um negócio, de uma campanha ou de um produto. A Glitch dá forma, monta o time e leva até o mercado. Na prática são sete frentes: estratégia e desenho, marca e presença, campanha, site e plataforma, software sob medida, inteligência artificial integrada à operação, e imagem e vídeo com IA.

A Glitch é uma agência?

Não. A Glitch é um estúdio de criação e tecnologia, e não um estúdio com um time de cada. Agência recebe briefing pronto. Consultoria devolve a recomendação e sai antes da obra. Aqui você fica com o desenho e o método, além da peça.

Com que tipo de empresa a Glitch trabalha?

Com a empresa que cresceu mais rápido do que a própria comunicação. O negócio mudou de tamanho e o material continuou contando a história antiga: o site fala com o cliente de antes, a apresentação pede desculpa pelo preço, e o prospect grande recua sem dizer por quê.

Como um projeto começa?

Pela investigação, não pela peça. A gente investiga a ideia e devolve o que ela é, para quem, como se constrói e quanto custa. Você sai dessa etapa com um projeto que dá para orçar e um time definido.

A investigação é cobrada à parte?

Não. Toda entrega sai sob Hipótese, com a ideia investigada antes de ser construída, e isso já está dentro do preço do projeto.

Como a Glitch cobra?

Por projeto, com o escopo fechado depois do desenho. É por isso que a investigação vem primeiro: sem saber o que a coisa é e como se constrói, qualquer número seria chute. Quando o trabalho é acompanhamento contínuo, o formato é fee recorrente.

Quem faz o trabalho?

A mesma equipe conduz do primeiro rascunho ao que vai para o ar. Pedro Miranda, sócio fundador, tem dez anos de mercado, liderou produtos de inteligência artificial voltados a marketing e, como redator, atendeu contas como Vale, Ambev e O Boticário.

Onde a Glitch usa inteligência artificial?

Em dois lugares diferentes. Dentro da operação do cliente, como agente que atende no WhatsApp, automação que registra o que o time esquece e sistema leve ligado ao CRM, à planilha e ao e-mail que já existem. E na produção, para gerar foto, filme e peça em escala com o mesmo personagem e a mesma cara de marca do começo ao fim.

Quem revisa o que a inteligência artificial gera?

Gente. Nada vai para o ar sem revisão humana. A IA muda a escala e o custo do que dá para produzir, não a decisão do que é bom o bastante para levar o nome do cliente.

A Glitch atende fora de São Paulo?

Atende. A casa fica em São Paulo e o trabalho acontece de forma remota, com presença no cliente quando o projeto pede.

Dá para contratar só uma frente?

Dá. Uns procuram só a marca, outros só o software. O que não muda é a ordem: a ideia é investigada antes de ser construída, mesmo quando o pedido é pequeno.

O que é o Glitch Lab?

É a produtora da casa, movida a inteligência artificial, e ela atende agências. Foto, filme, ação digital e peça em escala, com revisão humana antes de qualquer coisa ir ao ar.