Você já explicou de cinco jeitos.
Cada vez que conta, a ideia sai diferente. Ela é boa, só ainda não tem forma que aguente ser repetida.
Você chega com a ideia de um negócio, de uma campanha ou de um produto. A gente desenha, monta o time e leva até o mercado.
A parte difícil não é ter a ideia.
Quem chega até a Glitch quase nunca tem problema de ideia. O que falta é caminho. Veja se reconhece o seu.
Cada vez que conta, a ideia sai diferente. Ela é boa, só ainda não tem forma que aguente ser repetida.
Você pede proposta e recebe preços de coisas diferentes. Cada fornecedor entendeu uma.
Tem gente boa de marca, de tecnologia e de venda. Não tem quem faça as três decidirem juntas.
Vontade existe de sobra. Falta o primeiro passo, e alguém que saiba dar.
São pedidos que o mercado escreve todo dia, quase com estas palavras. Em cada um deles, a parte difícil não é a ferramenta.
Preciso de vídeo com IA, o mesmo personagem e cenário do começo ao fim, com o meu produto na cena e pronto para anunciar.
A consistência é o gargalo, e ela se perde no volume.
Cada geração é uma nova aproximação do rosto que você aprovou. Na primeira peça ninguém nota; na décima, o cabelo mudou, a luz está outra, e o personagem já não é quem abriu a campanha. A tecnologia melhora a cada mês e isso não se resolve sozinho. Fechar a distância é trabalho de quem tem olho de comunicação e rodagem de produção com IA, e enxerga o desvio ainda na prévia.
Quero um agente no WhatsApp que atenda como se fosse uma pessoa conversando, sem me custar uma equipe para manter.
A resposta nunca é melhor que a fonte.
Quase todo fracasso de agente começa na base. O dado chega velho, espalhado, ou num formato que ele não lê direito, e o modelo então repete com fluência aquilo que recebeu. Em tarefa de vários passos fica pior: o engano do primeiro entra inteiro no segundo. Arrumar essa fundação é o serviço. Nenhuma demonstração mostra esse pedaço.
Estou estruturando uma plataforma e preciso de alguém para tirar a ideia do papel e montar a primeira versão.
Sem confronto com a realidade, é aposta.
Produto novo raramente morre de tecnologia. O que mata é ter sido construído para uma dor que ninguém no mercado admite ter, e essa conta só chega depois do lançamento. O trabalho de verdade é anterior: pôr no papel o que você já tem na cabeça, cruzar com o que se reclama em voz alta lá fora, e ficar com o pedaço onde os dois se tocam. Depois, as decisões que faltam são de negócio tanto quanto de código. Como se cobra costuma sobrar para o fim, e é a mais cara.
Preciso de duzentas peças até o dia 20, em todos os formatos, e todas têm que parecer da mesma marca.
Quantidade vira estrago quando o detalhe escapa.
A expectativa é subir a demanda de um lado e receber a arte pronta do outro. Não sai assim. A IA erra sempre um pouco, e a escala transforma esse resto em problema: duzentas peças com um desvio pequeno cada devolvem uma marca que já não se reconhece. Daí a esteira precisar nascer cheia de trava, com o padrão escrito antes da primeira e revisão humana no fim. Essa última parte não some com o tempo. Continua sendo gente decidindo o que vai para o ar.
Toda entrega sai sob Hipótese: a ideia é investigada antes de ser construída, e isso está no preço. Não existe investigação cobrada à parte para liberar a obra.
A gente investiga a ideia e define o que ela é, para quem, como se constrói e quem faz cada parte. Você sai com um caminho que dá para orçar.
A gente constrói e conduz: marca, comunicação, plataforma, site, produção com IA, produto. O que não fazemos aqui dentro, indicamos e coordenamos.
Com a operação de pé, a inteligência entra para manter a decisão afiada a cada ciclo. É um segundo momento, dentro de uma relação que já existe.
Ver a escadaO que a investigação responde antes de qualquer construção
O que essa ideia é de verdade.
Nem sempre é o que você descreve na primeira conversa.
Como ela se manifesta no mundo.
Que forma ela toma quando existe.
O que ela muda no mercado.
Quem ganha, quem perde, onde ela encaixa.
O que ela muda na cabeça de quem compra.
Que ideia velha ela precisa deslocar.
A concepção, para quando o que falta é o caminho e não a obra: aqui o desenho é o próprio entregável.
Conduzir a construção enquanto outros executam, para o que foi desenhado chegar inteiro ao fim.
Trazer quem faz o que a gente não faz, e você sempre sabe quando quem executa é parceiro em vez da Glitch.
A obra, construída dentro de casa.
A Glitch tem critério para o que faz e o que não faz. Algumas coisas a gente opera com profundidade, outras coordena com parceiro, e há o que apenas indicamos sem tocar. Casa que diz sim a tudo entrega menos.
Nos quatro pedidos ali de cima, a ferramenta nunca era o problema. Falta decidir o que construir, e alguém que assine embaixo do resultado. A IA refez a emenda: hoje quem tem a ideia tira do papel sozinho, e quem programa consegue imaginar antes de orçar.
Por isso a Glitch é um estúdio de criação e tecnologia, e não um estúdio com um time de cada.
Empresas que operam com a Glitch.
Ideias que viraram marca, plataforma e produto, em operação real.
Conduzimos a criação do BrivIA, plataforma que coloca IA dentro dos processos para otimizar a operação.
Quatro marcas reposicionadas, TAC, JGA, Remin e Quasis, cada uma com nova identidade visual e a atenção certa do ICP de cada negócio.
Começamos com a Hipótese para separar o que vende do como entrega valor. Depois, construímos um novo produto digital.
Fundou a Glitch e conduz os projetos da casa: a criação do BrivIA, o reposicionamento das quatro marcas da SDAZ Holding, o produto digital novo da Dunas Capital. O sócio que concebe é quem acompanha até a entrega, e é o seu contato do começo ao fim.
PDF · 17 PPComo construir uma doutrina para a sua IA
O algoritmo não detecta IA. Detecta ausência de pensamento. Este guia mostra como fazer qualquer IA escrever com a sua voz e o seu pensamento, e não com a voz genérica que o algoritmo aprendeu a enterrar. São 17 páginas, escritas pela Glitch, de graça.
Uma linha de contexto pessoal faz um texto render quase três vezes mais.
Você conta onde está e o que trava. A gente ouve com atenção e pergunta o que importa.
Mostramos como pensamos e operamos, pra você decidir com clareza se faz sentido seguir.
No fim, um documento com as percepções da conversa e um diagnóstico preliminar. Pontos que já dá para resolver, com a Glitch ou por conta própria.
O documento é seu, seguindo com a Glitch ou não.
Me chama quando tiver uma ideia e não souber por onde começar.
Você sai com algo na mão, mesmo que não siga com a Glitch.
A Glitch não trabalha abaixo de R$ 8.000 por entrega. Se o que você precisa é menor que isso, eu digo na conversa e indico quem faz.