Estratégia e desenho
Quando o que falta é o caminho e não a obra. A gente investiga a ideia e devolve o que ela é, para quem, como se constrói e quanto custa. Você sai com um projeto que dá para orçar e um time definido.
Marca, campanha, site e produto para a empresa que cresceu mais rápido do que a própria comunicação.
O dono defende uma ideia que leva o nome dele quando dá certo, e também quando não dá. É com essa pessoa que a gente trabalha, quem tem skin in the game e sabe o custo de cada decisão. Aqui dentro é igual, quem concebe o projeto é quem responde pela entrega.
Leonardo não separava arte de engenharia. A indústria dividiu: uma casa pensa a mensagem, outra constrói o sistema, e o projeto perde pedaço na rua entre as duas.
A IA encurtou esse intervalo. Campanha e plataforma nascem na mesma mesa, a ideia é testada antes da obra, e comunicar e vender ficaram mais rápidos porque passaram a ser feitos juntos. A Glitch nasceu nessa emenda.
Quando o que falta é o caminho e não a obra. A gente investiga a ideia e devolve o que ela é, para quem, como se constrói e quanto custa. Você sai com um projeto que dá para orçar e um time definido.
A empresa dobra de tamanho antes da comunicação perceber: o site fala com o cliente antigo, a apresentação pede desculpa pelo preço, e o prospect grande recua sem dizer por quê. A gente refaz a marca e o material no tamanho que a empresa tem hoje.
Um lançamento precisa de conceito, peça, mídia e página, e cada um costuma vir de um fornecedor que não fala com o outro. A gente cria e produz tudo no mesmo lugar, do conceito à peça no ar.
A página que conta a empresa como ela é agora, e a plataforma quando o produto precisa de login, cadastro e dado.
SaaS, ferramenta interna ou automação, do tamanho certo para o problema. A gente cruza o que está na sua cabeça com o que o mercado reclama, e constrói a versão que já resolve e chega ao ar em semanas.
Agentes que atendem no WhatsApp, automações que registram o que o time esquece, e sistemas leves ligados ao CRM, à planilha e ao e-mail que você já usa. O que muda é a operação: o que hoje depende da memória do dono passa a rodar num sistema que registra e aprende. Isso só funciona com a base arrumada, e arrumar a base faz parte do trabalho.
Foto, filme e peça em escala com o mesmo personagem e a mesma cara de marca do começo ao fim, com gente revisando o que vai para o ar.
Toda entrega começa por uma investigação da ideia, e isso já está no preço.
A gente investiga a ideia e define o que ela é, para quem, como se constrói e quem faz cada parte.
A gente constrói e conduz. O que não fazemos aqui dentro, indicamos e coordenamos.
Com a operação de pé, a inteligência entra para manter a decisão afiada a cada ciclo.
Foto, filme, ação digital e peça em escala, produzidos com IA e revisados por gente antes de ir ao ar.

Pedro, sócio fundador
Fundou a Glitch e conduz cada projeto da casa, do primeiro rascunho ao que vai para o ar.
Dez anos de criação. Liderou produtos de inteligência artificial para marketing e, como redator, atendeu contas como Vale, Ambev e O Boticário.